na cabeceira

literatura & diarices

A casa assombrada, de John Boyne

Eu amo histórias góticas. Se contar com um enredo envolvendo fantasmas, então, já fico animada. Portanto, não foi por acaso que peguei A casa assombrada, do John Boyne, pra ler. Lembro que a primeira coisa que me chamou a atenção nele foi a capa. Eu estava passando na frente de uma livraria quando …

Um conto de Natal, de Charles Dickens

Um conto de Natal foi a leitura do mês do Clube do Livro do Querido Clássico. Foi feita uma enquete entre os participantes, que escolheram o clássico de Charles Dickens para lermos e conversarmos a respeito em dezembro. É meio vergonhoso admitir que eu tenho algumas edições desse livro, mas nunca o…

Sempre vivemos no castelo, de Shirley Jackson

Este foi o ano em que mais li Shirley Jackson. Reli A Assombração da Casa da Colina, li pela primeira vez A Loteria e Sempre vivemos no castelo. Enquanto já havia lido o primeiro, não conhecia o último, apenas por nome. Como não sou uma pessoa que costuma ler sinopses, apenas embarquei na leitura s…

Passeando na Austenlândia

Recentemente, terminei a leitura de Meia-noite na Austenlândia, da Shannon Hale. Já havia lido o primeiro livro, Austenlândia, no início do ano, e amado demais. É uma farofa, mas é uma boa farofa. Tem tudo o que eu gosto: referências a clássicos, mulheres que gostam de ler e queriam entrar dentro d…

O talentoso Ripley, de Patricia Highsmith

Devo ter lido uns dois ou três noir até agora. Não é um gênero que me atrai, de uma forma geral, porque não sou muito uma pessoa de narrativas sobre crimes e assassinatos. De investigação, só gosto de Sherlock (a série da BBC; os livros nem tanto) e de Agatha Christie. Todo o mistério em torno do w…

Por que eu odiei a 5ª temporada de Outlander

Dentre as séries de ficção histórica ainda em exibição, Outlander é possivelmente a maior delas. Com cinco temporadas completas, a trama de viagem no tempo e amor de Claire (Caitriona Balfe) e Jamie (Sam Heughan) sofreu seus altos e baixos, mas prossegue com a mesma qualidade técnica do início — e…

Permitindo o nada

Aceitar que eu sou uma pessoa só e não consigo fazer tudo talvez seja o meu maior desafio. Poderia facilmente ser chamada de workaholic, embora eu acho que o mais adequado seria dizer que eu sou simplesmente uma pessoa que gosta de estudar, aprender e fazer coisas novas. Mas quando estamos inserido…

Meu ano de descanso e relaxamento, de Ottessa Moshfegh

O sono é o seu superpoder — ao menos é isso o que o cientista do sono Matt Walker afirmou em uma palestra para o TED Talk. A palestra, que dura cerca de vinte minutos, afirma categoricamente que o sono não serve apenas para o descanso, mas literalmente pode significar a diferença entre a vida e a m…