na cabeceira

literatura & diarices

Newsletter

Amigos, voltei com a newsletter.  Tá rolando uns papos sobre o instagram virar rede de vídeos. Eu odeio vídeos. Não vou ficar fazendo dancinhas pra falar de livros. Embora eu tenha finalmente começado de fato a usar o instagram do blog, mas ele permanecerá com imagens mesmo e é isto. Então, assim co…

Sombra, ossos e bons vilões

Comecei a ler Sombra e ossos, o primeiro livro da trilogia Grisha, em março porque sabia que estrearia a série na Netflix. Não sou de fazer isso, mas queria assistir a série mais por causa do Ben Barnes, que é um amorzinho, e também porque tenho amigas que sempre falam sobre como o Darkling, person…

A tag dos 50%: o que li até agora

Metade do ano já passou e chegou a hora de fazer uma das minhas coisas preferidas do mundo bloguístico: a TAG dos 50%. Ela consiste basicamente em responder a algumas questões sobre as leituras feitas durante o primeiro semestre do ano. Foram 27 livros lidos até agora. Vamos lá! O melhor livro que …

Não subestimem Martha Jones: o racismo em Doctor Who

Durante os mais de cinquenta anos da série, Doctor Who nos apresentou personagens memoráveis. Tanto na série clássica quanto no New Who, é possível enumerar diversas histórias inspiradoras, arcos inesquecíveis e, especialmente, companions que marcaram época. Algumas são mais lembradas e queridas do…

Uma vez não conta. Uma vez é nunca.

Em A insustentável leveza do ser, Milan Kundera escreve: 
"Não existe meio de verificar qual é a decisão acertada, pois não existe termo de comparação. Tudo é vivido pela primeira vez e sem preparação. Como se um ator entrasse em cena sem nunca ter ensaiado. Mas o que pode valer a vida, se o pr…

Amparo?

Quase nunca choro. Durante toda essa pandemia, chorei apenas cinco vezes, o que é um número muito maior do que costumo chorar durante um ano normal. Aprendi a guardar meu choro para os momentos em que realmente seja necessário. Lembro que em 2013 estava lendo A culpa é das estrelas no ônibus. Já ha…

Minha coisa favorita é monstro, de Emil Ferris

Premiada em três categorias no Prêmio Eisner — uma espécie de Oscar dos quadrinhos —, Minha Coisa Favorita é Monstro é muito mais do que apenas uma graphic novel aclamada no meio artístico. Aos 57 anos, Emil Ferris criou algo complexo, repleto de camadas, que demorou cinco anos para ser finalizado…

Bela Vingança para quem?

Atenção: este texto contém spoilers do filme e trata de temais sensíveis, tais como estupro e depressãoAntes de mais nada eu preciso dizer que sou uma sobrevivente de estupro. Já contei essa história algumas vezes, mas é necessário apontar isso neste texto. Quando eu tinha 13 anos, meu tio dormia l…

Relendo meu livro preferido na pandemia: A insustentável leveza do ser

Sempre me espanto quando dizem que A insustentável leveza do ser é um romance erótico. Me parece uma fala de alguém que não leu o livro. Mas conheço diversas pessoas que o leram e mesmo assim afirmam tal coisa. Não sei o que pensar disso e fico visivelmente desconcertada - talvez elas sejam mais pu…